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Eye Tracking

 

Sempre que procuro comentar sobre terminologias tento ser o mais direto possível. (nada fácil, mas tento)
Assumo a idéia de que muitos antes de mim já abordaram um determinado tema contando a sua história, etc.
Dessa forma não é meu objetivo citar com surgiu o Eye Tracking, nem tampouco mostrar diversas pesquisas que foram feitas com tal método, e sim explicar primeiramente o que é esse método e falar um pouco sobre a cultura de usuário versus a tendência da web.

Em resumo muito simplista Eye Tracking é a técnica de se analisar a observação que é feita por usuários em determinados sites ou aplicações.

A muito tempo tem se discutido o caminho percorrido pelos olhos do usuário, claro que, o assunto começou lá atrás, falando da leitura, mas não é o nosso foco, aqui nosso foco será Usabilidade.

E falando em Usabilidade  através do Eye Tracking procura-se a idéia de entender como os olhos do usuário percorrem uma página de website, por quanto tempo ele fixa determinados elementos, e claro, qual a intensidade, ou melhor, pontos quentes da página. Isso vai influenciar na hierarquia informativa que arquitetos precisam elaborar nos seus wireframes. Saber qual área é mais vista pelo usuário facilitará obviamente a sua navegação, se tal informação for utilizada. Pois observando que uma determinada área tem mais visualização que outra, podemos inserir os botões, banners ou outros que necessitem de destaque nas áreas mais quentes.

Até aqui muito fácil, simples até. Mas e quando o Eye Tracking esbarra na cultura do usuário?

Arquiteto(a) de Informação Pleno/Pleno – Oportunidade

A DClick está em fase de expansão e procura profissional para o cargo de Arquiteto de Informação (Pleno/Senior) para fazer parte do seu time de UX. Pessoas proativas, comprometidas e autodidatas são sempre bem aceitas em qualquer lugar e no time da DClick não é diferente.

Vaga para trabalhar em São Paulo

Pré-Requisitos

-Ter experiência em atendimento ao cliente
- Ter no mí­nimo 2 anos de experiência em Arquitetura da Informação;
- Ser formado em Design, Publicidade, Biblioteconomia, ou similar;
- Ter experiência na criação de Fluxogramas, Sketching, e processos documentados.
- Ter amplo conhecimento na criação de Wireframe
- Conhecimentos nos softwares Omnigraffle e Balsamiq
- Plataforma Mac

Diferenciais

- Ter conhecimento de Guidelines Mobile (iOS, Android, Windows Phone)
- Ter trabalhado com arquitetura para apps Mobile (Tablets e smartphones)
- Experiência no exterior (viagens pessoais, conferências ou trabalho)
- Ser fluente em Inglês (pelo menos leitura).

Foco da vaga

Irá atuar em contato direto com o cliente, fazendo estudos de campo e desenvolvendo artefatos entregáveis, tais como: Fluxogramas, Sitemaps e Wireframes.
O profissional irá desenvolver estruturas informativas para Web Apps na maior parte do tempo, mas também terá contato com o desenvolvimento mobile.

Sobre a DClick

A DClick é uma das primeiras empresas Brasileiras inteiramente focada no desenvolvimento do Rich Internet Applications. Com escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo, a DClick possui grandes clientes como Petrobras, Johnson & Johnson, Odebrecht, Mercado Eletrônico, Yahoo entre outros.

Os interessados devem enviar um currículo com portfolio para:
oportunidade@dclick.com.br“ com cópia para:
eduardo.horvath@dclick.com.br“.

Android – Criando um projeto com Maven

 
Neste post eu explicarei como criar um projeto android utilizando o plugin do maven para android e alguns archetypes já existentes. Para que possamos seguir no desenvolvimento do projeto, são necessários alguns pré-requisitos:

  • JDK 1.5 ou superior instalada, como requisito para desenvolvimento Android
  • Android SDK (r07 ou superior) instalada, de preferência com todas as plataformas. Para maiores informações, confira o post Android – Configurações Iniciais e Hello World
  • Maven 3.0.3 ou superior instalado. (Pode ser obtido em: http://maven.apache.org/download.html)
    • Para facilitar a utilização do SDK via linha de comando, adicione as seguintes variáveis de ambiente ao seu sistema operacional:
      • ANDROID_HOME, apontando para o caminho de instalação do Android SDK.
      • $ANDROID_HOME/tools e $ANDROID_HOME/platform-tools (ou %ANDROID_HOME %/tools e %ANDROID_HOME %/platform-tools, no WINDOWS).

Databases em Android (ORMLite) – 4

 Android: ORMLite – 2.

 

O gerenciamento de chaves estrangeiras em ORMLite é um pouco diferente do que normalmente é feito em outros frameworks de ORM, como  o Hibernate. Basicamente, são utilizadas as seguintes anotações para este gerenciamento:

  • @ForeignCollectionField – Para coleções estrangeiras.

Obs.: O ORMLite suporta apenas que as coleções sejam: ForeignCollection ou Collection, pois outros tipos são muito “pesados” e com diversas funcionalidades a mais para suportar. Outro detalhe é que, para que o ORMLite consiga identificar os relacionamentos, todos devem ser bi-direcionais, ou seja, Para cada coleção mapeada com ForeignCollectionField, o objeto referenciado deve conter uma referencia a classe que mantém a coleção.

  • @DatabaseField(foreign = true) – Para objetos estrangeiros.

Databases em Android (ORMLite) – 3

 Android: ORMLite

 

Feita a introdução básica sobre como o android manipula e gerencia bancos de dados, podemos avançar para um tópico, digamos, um pouco mais avançado e que tornará nossas iterações com os bancos de dados em Android muito mais fáceis.

ORMLite, ou Object Relational Mapping Lite, é um framework que (como descrito em seu próprio website – http://ormlite.com/): “ (…) provê algumas funcionalidades simples e leves para persistência de objetos java em bancos de dados SQL, evitando a complexidade e sobrecarga de pacotes ORM padrão.”

A utilização do ORMLite em projetos android é bem simples, basta que sejam baixados os jar’s:

  • ormlite-android-<versão>.jar, e
  • ormlite-core-<versão>.jar;

do próprio site do projeto e adicionados como dependência no seu projeto Android.

Feito isto, podemos começar a implementar nosso projeto tirando proveito das funcionalidades providas pelo framework. Neste post eu realizarei algumas alterações nas classes apresentadas nos posts anteriores (Databases em Android – Parte 1 e Databases em Android – Parte 2) para a utilização do framework, demonstrando como fica mais simples nossa iteração com o SQLite utilizando esta ferramenta.

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Databases em Android – 2

 Android: Persistencia de imagens.

 

O android provê algumas funcionalidades avançadas e extremamente úteis para a persistência de arquivos e imagens, entretanto, em alguns casos pode ser mais fácil salvar estes arquivos ou imagens diretamente no banco de dados SQL. Este post explica um pouco sobre como pode ser feita a persistência e recuperação de uma imagem diretamente no banco de dados.

Para este exemplo, utilizaremos uma imagem baixada da internet e a salvaremos diretamente no SQLite, no nosso mesmo modelo anterior, o “Usuario”. A estrutura de criação e acesso ao banco deve ser feita como demonstrada no post anterior “Database no Android – Parte 1”, e por isso, neste exemplo apenas demonstrarei os métodos de inserção e recuperação da imagem.

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Databases em Android

 Android: SQLite.

 

O Android provê toda a estrutura necessária para criação e manutenção de bancos de dado SQLite. Todos os devices android possuem suporte para o SQLite e a única preocupação que o desenvolvedor deve ter é a de preparar as declarações para criação e manutenção do banco de dados. Implementadas estas declarações, a plataforma provê todo o suporte necessário para a manutenção da base de dados.

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O novo Holmes faz mágica

No início do ano a DClick precisou tomar uma decisão importante: com toda esta mudança no mercado precisávamos refazer o Holmes em HTML 5.

Como tecnologia não é o problema, mas sim a solução, nosso time de produtos não só refez o produto inteiro em 3 meses, como também foi capaz de deixar o Holmes ainda melhor. Esta apresentação de 15 minutos permite você entender muito mais facilmente o conceito por detrás desta ferramenta inovadora e no final uma demo que mostra como o Holmes faz mágica :-)

Numa frase: Imagine um sistema que sabe o que são os arquivos e na hora da busca basta você “pedir” algo para ele.

Posso falar sem sobra de dúvidas que é um orgulho fazer parte deste time composto pelo Andre Gil, Gustavo Moreira, Rodrigo Facholi, Mariana Ventura, Bruno Sales, Murilo Alencar e Eduardo Horvath. E estamos só no Big Bang (primeira Relase de 2012… vem aí o Sputnik I, Sputnik II e o Appolo 11).