Blog

Android – Consumindo JSON com SpringAndroid

 

Dando continuidade à série de desenvolvimento de aplicações REST com Spring, neste post eu darei um exemplo de como consumir JSON nas suas aplicaçoes Android com a utilização do Spring.

Quem não leu o post anterior, eu sugiro que o faça em, pois ele contempla alguns aspectos de configuração do ANDROID que não serão replicados neste post.

As implementações demonstradas a seguir exibem o consumo de um serviço REST simples criado por mim que fornece uma lista de contatos.

 

Neste exemplo, básicamente as únicas alterações que realizaremos em comparação com o post anterior, serão a utilização de um novo MessageConverter e algumas anotações nos nossos POJOs.

Continue Lendo

Guideline iOS – Experiência do Usuário 4

Use os elementos da interface do usuário consistente


As pessoas esperam um padrão nas exibições e controles que aparentam e se comportam de maneiras consistentes nas aplicações.

Siga os usos recomendados para elementos padrões da interface de usuário. Desta forma, os usuários podem depender de sua experiência primária para ajudá-los conforme eles aprendem a usar o seu aplicativo. Você também facilita ao seu aplicativo a procura por atualizações (up-to-date) e funcionamento correto se o iOS altera a aparência ou o comportamento dessas vistas (views) ou os controles padrões.

Para um aplicativo que permite que uma tarefa imersiva, como um jogo, é razoável criar controles completamente personalizados (customizáveis). Isso porque você está criando um ambiente único, e descobrir como controlar esse ambiente é uma experiência que os usuários esperam em tais aplicações.

Evite alterar radicalmente a aparência de um controle que executa uma ação padrão. Se você usar controles familiares para executar ações padronizadas, os usuários gastam tempo para imaginar e descobrir como usá-los e de qual maneira, e se de alguma forma, os seus controles fazem algo que os convencionais não fazem. iOS disponibiliza para você muitos dos botões e ícones padronizados utilizados em toda as aplicações integradas (built-in).

Por exemplo, você pode usar o Refresh (Atualizar), Organizar, Lixeira, Responder e ícones que o “Compose Mail” usa em ambos iPhone e iPad.

Continue Lendo

Android – Desenvolvimento REST com Spring

 
Este post inicia uma série sobre REST services no Android, com a utilização  do framework Spring Android, que é uma extensão do framework Spring, para Android.  Esta série tem como objetivo apresentar alguns exemplos de utilização das funcionalidades do client REST e do Auth Module.

As implementações à seguir demonstram a utilização de um webservice de CEP que fornece um XML de retorno com o endereço correspondente ao CEP fornecido.
 

Android – Criando um archetype Maven

 

 

Neste post eu explicarei de forma simples como criar um archetype do seu projeto Android.

A primeira coisa a ser feita, é garantir que seu projeto possua um pom.xml. Caso você tenha criado seu projeto a partir de um archetype já existente, o pom.xml já existirá, caso contrário, você pode utilizar o seguinte arquivo, fazendo algumas modificações:
 

Eye Tracking

 

Sempre que procuro comentar sobre terminologias tento ser o mais direto possível. (nada fácil, mas tento)
Assumo a idéia de que muitos antes de mim já abordaram um determinado tema contando a sua história, etc.
Dessa forma não é meu objetivo citar com surgiu o Eye Tracking, nem tampouco mostrar diversas pesquisas que foram feitas com tal método, e sim explicar primeiramente o que é esse método e falar um pouco sobre a cultura de usuário versus a tendência da web.

Em resumo muito simplista Eye Tracking é a técnica de se analisar a observação que é feita por usuários em determinados sites ou aplicações.

A muito tempo tem se discutido o caminho percorrido pelos olhos do usuário, claro que, o assunto começou lá atrás, falando da leitura, mas não é o nosso foco, aqui nosso foco será Usabilidade.

E falando em Usabilidade  através do Eye Tracking procura-se a idéia de entender como os olhos do usuário percorrem uma página de website, por quanto tempo ele fixa determinados elementos, e claro, qual a intensidade, ou melhor, pontos quentes da página. Isso vai influenciar na hierarquia informativa que arquitetos precisam elaborar nos seus wireframes. Saber qual área é mais vista pelo usuário facilitará obviamente a sua navegação, se tal informação for utilizada. Pois observando que uma determinada área tem mais visualização que outra, podemos inserir os botões, banners ou outros que necessitem de destaque nas áreas mais quentes.

Até aqui muito fácil, simples até. Mas e quando o Eye Tracking esbarra na cultura do usuário?

Arquiteto(a) de Informação Pleno/Pleno – Oportunidade

A DClick está em fase de expansão e procura profissional para o cargo de Arquiteto de Informação (Pleno/Senior) para fazer parte do seu time de UX. Pessoas proativas, comprometidas e autodidatas são sempre bem aceitas em qualquer lugar e no time da DClick não é diferente.

Vaga para trabalhar em São Paulo

Pré-Requisitos

-Ter experiência em atendimento ao cliente
- Ter no mí­nimo 2 anos de experiência em Arquitetura da Informação;
- Ser formado em Design, Publicidade, Biblioteconomia, ou similar;
- Ter experiência na criação de Fluxogramas, Sketching, e processos documentados.
- Ter amplo conhecimento na criação de Wireframe
- Conhecimentos nos softwares Omnigraffle e Balsamiq
- Plataforma Mac

Diferenciais

- Ter conhecimento de Guidelines Mobile (iOS, Android, Windows Phone)
- Ter trabalhado com arquitetura para apps Mobile (Tablets e smartphones)
- Experiência no exterior (viagens pessoais, conferências ou trabalho)
- Ser fluente em Inglês (pelo menos leitura).

Foco da vaga

Irá atuar em contato direto com o cliente, fazendo estudos de campo e desenvolvendo artefatos entregáveis, tais como: Fluxogramas, Sitemaps e Wireframes.
O profissional irá desenvolver estruturas informativas para Web Apps na maior parte do tempo, mas também terá contato com o desenvolvimento mobile.

Sobre a DClick

A DClick é uma das primeiras empresas Brasileiras inteiramente focada no desenvolvimento do Rich Internet Applications. Com escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo, a DClick possui grandes clientes como Petrobras, Johnson & Johnson, Odebrecht, Mercado Eletrônico, Yahoo entre outros.

Os interessados devem enviar um currículo com portfolio para:
oportunidade@dclick.com.br“ com cópia para:
eduardo.horvath@dclick.com.br“.

Android – Criando um projeto com Maven

 
Neste post eu explicarei como criar um projeto android utilizando o plugin do maven para android e alguns archetypes já existentes. Para que possamos seguir no desenvolvimento do projeto, são necessários alguns pré-requisitos:

  • JDK 1.5 ou superior instalada, como requisito para desenvolvimento Android
  • Android SDK (r07 ou superior) instalada, de preferência com todas as plataformas. Para maiores informações, confira o post Android – Configurações Iniciais e Hello World
  • Maven 3.0.3 ou superior instalado. (Pode ser obtido em: http://maven.apache.org/download.html)
    • Para facilitar a utilização do SDK via linha de comando, adicione as seguintes variáveis de ambiente ao seu sistema operacional:
      • ANDROID_HOME, apontando para o caminho de instalação do Android SDK.
      • $ANDROID_HOME/tools e $ANDROID_HOME/platform-tools (ou %ANDROID_HOME %/tools e %ANDROID_HOME %/platform-tools, no WINDOWS).

Databases em Android (ORMLite) – 4

 Android: ORMLite – 2.

 

O gerenciamento de chaves estrangeiras em ORMLite é um pouco diferente do que normalmente é feito em outros frameworks de ORM, como  o Hibernate. Basicamente, são utilizadas as seguintes anotações para este gerenciamento:

  • @ForeignCollectionField – Para coleções estrangeiras.

Obs.: O ORMLite suporta apenas que as coleções sejam: ForeignCollection ou Collection, pois outros tipos são muito “pesados” e com diversas funcionalidades a mais para suportar. Outro detalhe é que, para que o ORMLite consiga identificar os relacionamentos, todos devem ser bi-direcionais, ou seja, Para cada coleção mapeada com ForeignCollectionField, o objeto referenciado deve conter uma referencia a classe que mantém a coleção.

  • @DatabaseField(foreign = true) – Para objetos estrangeiros.