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Guideline iOS – Experiência do Usuário 1

A experiência do usuário iOS gira em torno da interação simplificada com o conteúdo que é importante as pessoas. As diretrizes deste capítulo aplicam-se aos aplicativos que são executados em todos os dispositivos iOS.

Importante entender que a Apple é bem direta quando se trata de UX, ela trata os assuntos não como se estivesse se direcionando a um especialista, mas sim com uma linguagem de fácil entendimento para qualquer pessoa que está apta a desenvolver uma aplicação. Assim sendo, mesmo os devs que não estão acostumados com os termos, com as idéias sobre UX e tudo, podem muito bem se seguir a risca tais preceitos, terem no mínimo uma app aceitável para uso, agradável e funcionando adequadamente. Portanto vale a pena dar muita atenção aos tópicos e utilizá-los como um checklist em seus projetos, avalie se tais áreas foram abordadas e de que forma, para então ver se não deixou de observar nada.

Falo isso porque muitos desenvolvedores se preocupam somente com a aprovação da Apple na Appstore, e comemoram pensando que seguiram os preceitos da Guideline, isso é um equívoco, o que foi feito é que respeitaram o mínimo aceitável para a aprovação, que é obviamente as regras clássicas referentes a navegabilidade, iconografia, tamanho dos elementos etc.

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Quando o Design é contra o Design

 

Sei que o título do artigo é no mínimo curioso, mas a idéia dele é exatamente essa, tratar de como e quando o Design pode ser contra o Design.

Eu atuo na área de Design há muito, muito tempo, digamos, desde os meus 15 anos, em diversos segmentos do Design até chegar ao Design Digital que tanto amo, focado hoje exclusivamente em UX/UI Design. No entanto, algo se repete sempre indiferente da área do Design, e é quando o Design pode ir contra o Design, sem mistério, estou falando do Benchmark.

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Teoria das cores – Abordagem para UI

 

Para nós designers esse é um tema um tanto quanto saturado não? Teorias das Cores, todos já ouvimos falar, já estudamos, já cansamos de entender o que são cores análogas, cores frias, quentes, etc etc.
Pois é pelo motivo de estarmos já saturados desse assunto que quero tratar dele. Vamos falar aqui nesse artigo sobre a Saturação das Cores na User Interface.

A influência das cores nas nossas vidas é incontestável, sabemos que os produtos que vemos todos os dias nos influenciam não só pelo seu valor como tal, mas pelas embalagens, pelas cores vivas que nos chamam a atenção. Não é incomum o uso de cores vibrantes inclusive nas comidas atualmente, recentemente vi um amigo pedindo um suco de limão e o mesmo veio na cor verde Radiação [risos], exatamente, não veio no tom que sabemos que o suco de limão possui, ele veio vibrante, dava até vontade de beber realmente, extremamente apelativo.

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Responsive Web Design – RWD

 

Recentemente trabalhei em um projeto onde utilizamos o Design Responsivo e resolvi tratar desse tema tão importante, e a sua importância se dá não pela tecnologia empregada, mas sim, pelo caminhar do desenvolvimento da Web.

Quando falamos em Web a primeira coisa que nos vem a cabeça certamente é um computador e a internet propriamente dita a nossa frente, websites onde navegamos e surfamos pelo mundo virtual afora. Só que, essa relação tem mudado bastante nos últimos tempos primeiramente com os Smartphones, e agora sem dúvida com os Tablets.

Por conta disso, um tema outrora esquecido como o Design Responsivo torna-se importante novamente. Vamos a idéia  do que significa o termo.

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UX – Modelos Mentais, Design Intuitivo?

 

É praticamente impossível tratar o tema de Usabilidade, Arquitetura de Informação e por fim UX, sem tratarmos dos aspectos psicológicos do ser humano. Mas, não quero vir aqui com terminologias e mais terminologias, o que procuro fazer é tentar “humanizar” o artigo para facilitar o seu entendimento e trazer a idéia para ser discutida.

Modelos Mentais nada mais é que a idéia que cada pessoa faz sobre algo que é dito para ela e que a e mesma nunca viu. Exemplo, suponha que eu cite sobre o funcionamento do Kindle Touch a um usuário de iPad, e este usuário nunca tenha visto o Kindle Touch. O mesmo vai passar a criar um modelo mental sobre como é o Kindle e como ele funciona, vai se basear no que eu falar a respeito e sobre a idéia que ele tem do funcionamento que já está acostumado, em resumo, vai utilizar a cultura que conhece para estabelecer um paralelo que ele possa entender.

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Psicologia do UX Design – 2

Continuando ao post anterior sobre a Psicologia do UX Design.

Estou escrevendo sobre esse tema porque como disse anteriormente, tenho feito pesquisas sobre o assunto. Algo que tem me chamado bastante a atenção é o fato do Redesign. Não o redesign que deve ser feito quando pegamos uma arte de outro designer, ou mesmo, aquele tipo de redesign para melhorias. Mas recentemente tive que fazer um redesign de um layout que eu mesmo criei, tanto porque mudou a tecnologia utilizada no projeto, ou mesmo porque melhorar sempre é possível.
Refletindo sobre isso pensei muito nas metáforas, pois da primeira vez apenas resolvi utilizar cores, e me limitei a algumas dessas premissas tradicionais do design, já na segunda proposta, do redesign, resolvi utilizar a idéia de metal, não aquele metal aço escovado, mas apenas a metáfora do metal, um cinza escuro, texturizado.
Ainda não vou poder divulgar tal layout, o projeto está em andamento, mas quando liberado farei comentários sobre o mesmo e o que me motivou a criá-lo.

Tais temas são sempre discutidos com frequência, mas acredito que somente aqueles que estão envolvidos diretamente com essa área, trabalhando, criando, desenvolvendo dia a dia novas User Interfaces é que são capazes de entender a importância disso, a Psicologia do UX Design.

Seguem os tópicos.

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Arquiteto de Informação Pleno/Senior – Oportunidade

A DClick está em fase de expansão e procura profissional para o cargo de Arquiteto de Informação (Pleno e Sênior) para fazer parte do seu time de UX. Pessoas proativas, comprometidas e autodidatas são sempre bem aceitas em qualquer lugar e no time da DClick não é diferente.

Vaga para trabalhar em São Paulo

Pré-Requisitos

- Ter no mí­nimo 2 anos de experiência em Arquitetura da Informação;
- Ser formado em Design, Biblioteconomia, ou similar;
- Ter experiência na criação de Fluxogramas, Sketching, e processos documentados.
- Ter amplo conhecimento na criação de Wireframe

Diferenciais

- Ter conhecimento de Guidelines Mobile (iOS, Android, Windows Phone)
- Ter trabalhado com arquitetura para apps Mobile (Tablets e smartphones)
- Ser fluente em Inglês (pelo menos leitura).

Sobre a DClick

A DClick é uma das primeiras empresas Brasileiras inteiramente focada no desenvolvimento do Rich Internet Applications. Com escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo, a DClick possui grandes clientes como Petrobras, Johnson & Johnson, Odebrecht, Mercado Eletrônico, Yahoo entre outros.

Os interessados devem enviar um currículo com portfolio para:
oportunidade@dclick.com.br“ com cópia para:
eduardo.horvath@dclick.com.br“.

 

Psicologia do UX Design – 1

 

Recentemente tenho postado sobre a Guideline do iOS, é conhecido o fato de que a Apple se preocupa bastante com a parte psicológica da Experiência do Usuário. Interessante é ver que depois do grande sucesso conseguido pela mesma através do iOS (iPhone e iPad), muitos dos seus concorrentes começaram a dar mais importância ao termo UX. Não que, a Microsoft já não conhecesse o termo, bem como o Google, mas, a Apple realmente conseguiu conquistar um grande público através do Design Intuitivo.

E falar de Design Intuitivo pode ser um pouco perigoso, devido a forma como as pessoas interpretam a palavra intuição. Vamos então entender intuição aqui como o repertório natural das pessoas sobre o mundo que elas conhecem. Daí o motivo que a Apple tem em fazer uso de algumas metáforas como metal para ilustrar a User Interface, ou chacoalhar o devide para representar uma ação etc. Sem exageros é claro.

Recentemente fui fazer algumas pesquisas sobre essa parte mais voltada a psicologia, amo o estudo do comportamento humano e isso tem me beneficiado muito na área do Design voltado a User Interface. E me deparei com um post na UX Magazine de uma UX Designer que é formada em psicologia. Não vou ser fiel ao post dela, se quiser, leia-o, apenas vou ressaltar alguns pontos que achei válidos ao estudo da área.

Ela cita algumas premissas, muito bem conhecidas, mas vale a pena retomar a idéia.

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