Looking ahead to next version of Flex

Como sempre, Ely Greenfield fez uma ótima palestra. Para quem não sabe, Ely é o engenheiro chefe do SDK e está trabalhando no SDK do Flex 4, que engloba suporte para o Thermo (Flash Catalyst).

O projeto já está disponível com o codenome Gumbo. O próprio Ely disse que o projeto possui diversos bugs, mas que já podemos ver como irá funcionar a próxima versão.

Muitos pontos interessantes foram colocados, como a separação total entre Designers e Desenvolvedores que o Catalyst irá proporcionar e como isso vai funcionar em termos de código. Nos exemplos pudemos ver um novo namespace e toda uma nova linha se componentes chamada FxComponents. Novos metas também foram mostrados como [SkinPart] e [SkinStates]. Não vale a pena explicar todas essas novidades no detalhe, pois muita coisa ainda vai mudar. Vale sim a pena mencionar um novo formato que o After Effects, Illustrator, Fireworks e Photoshop irão exportar, o .fxg. Essa extensão nada mais é que a tradução de um vertor/imagem/skin em mxml.

Também foi mostrada a nova sintaxe de States:

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<fxButton label="DClick" label.stateX="Flex" />

Como vocês podem ver, no estado “stateX” o label terá o nome de Flex.

Pudemos ver alguns exemplos de novas propriedades e também como o novo SDK explora o Player 10 =, usando X, Y, Z. Irei colocar em outro post dois vídeos com pedaços da apresentação. A qualidade não está muito boa, mas vale a pena ver pelas animações. Tudo, absolutamente tudo que você podem ver, foi feito com MXML.

Quanto a compatibilidade, essa é a primeira premissa. Poderemos ter, nas mesmas aplicações, pedaços em Flex 3 e Flex 4 e o compilador se encarregara do trabalho. Existirão algumas limitações como no caso de States. Se usarmos a nova sintaxe, não poderemos fazer isso em um arquivo antigo. Mas poderemos ter arquivos com ambas as sintaxes dos states na mesma aplicação em arquivos diferentes. Acredito que é cedo para falarmos nisso, mas é importante sabermos da preocupação da Adobe.

Por fim, também estão trabalhando na velocidade do compilador, chegando a um ganho de até 5x em aplicações realmente grandes.